Brasil negocia com mais de 3 mil agências chinesas para ampliar fluxo de turistas
País também negocia expansão das rotas com importante companhia aérea
O Ministério do Turismo do Brasil ampliou sua estratégia para atrair turistas chineses. Durante uma missão oficial em Xangai, o ministro da pauta Gustavo Feliciano se reuniu com representantes de uma entidade chinesa que reúne mais de 3 mil agências de viagens. Segundo o órgão, o objetivo é apresentar o potencial turístico brasileiro e posicionar o país como destino prioritário para o público chinês.
A missão ocorre em momento oportuno: desde 11 de maio de 2025, o Brasil adotou a isenção de visto para cidadãos chineses, medida considerada estratégica para ampliar o fluxo de visitantes e fortalecer laços com operadores e agências do setor. Para receber esse público, o governo também credenciou 325 agências nacionais, preparadas para oferecer serviços adaptados às necessidades do mercado chinês.
Feliciano destacou que as medidas adotadas contribuem para criar um ambiente mais favorável para atrair turistas asiáticos e posicionar o Brasil como destino competitivo no cenário internacional.
Ele afirmou que a estratégia busca ampliar a presença de destinos brasileiros nos catálogos dos principais operadores chineses. O Brasil atrai turistas chineses, segundo ele, graças à sua diversidade natural e riqueza cultural, com destaque para regiões como Amazônia, Pantanal, Lençóis Maranhenses e Foz do Iguaçu.
No decorrer da mesma viagem, Feliciano também iniciou negociações com uma das maiores companhias aéreas do país asiático, com o objetivo de criar novas rotas entre os dois países. Além de facilitar a circulação de turistas, a ampliação da malha aérea tem potencial para fortalecer o turismo de negócios e os fluxos de investimento entre o Brasil e a China.
Nesse contexto, também foi discutida a possibilidade de exibição de filmes brasileiros nas plataformas multimídia da companhia, que conta com uma frota superior a 800 aeronaves.
DIGITAL WORLD
Centro de Mídia do BRICS+
RUSSO CONTEMPORÂNEO