Taxa de câmbio:

Tempo:

Estudantes sul africanos do ensino médio aprenderão como programar sistemas

Estudantes sul africanos do ensino médio aprenderão como programar sistemas

Estudantes do ensino médio aprenderão a programar sistemas, robótica e, possivelmente, aprenderão como criar um computador do zero. É o que relata a TV BRICS, com informações da Business Tech.
Agência Governamental responsável pelas tecnologias da informação e comunicações (SITA) lançará um currículo especial para estudantes do ensino médio: a Escola de Desenvolvimento de Software. No começo, haverá uma experiência em cinco escolas sul-africanas e, em seguida, será gradualmente introduzida em todo o país.

A ministra da Educação, Angie Motshekga disse que o seu departamento está preparando professores para uma nova grade curricular. Os professores devem ser treinados de junho a setembro de 2019, para posteriormente ensinar programação de sistemas aos alunos do ensino médio.
Para ensinar programação de sistema a 72 mil professores, a Universidade da África do Sul providenciou a abertura de 24 laboratórios de informática em todo o país.

Foi divulgado anteriormente que também para estudantes do ensino fundamental está se desenvolvendo cursos de programação de sistema e robótica. As aulas iniciarão em mil escolas, de cinco províncias, a partir do ano escolar de 2020.

Conforme a ministra, o curso de robótica permitirá que os estudantes criem robôs usando códigos de programação. E quanto mais experientes forem os alunos, mais complexos serão os projetos dos quais eles se ocuparão.

"No 9º ano, os estudantes aprenderão como criar um computador do zero", disse Angie Motshekga.


Mais sobre o tema
Aeroportos do Brasil devem receber 1,36 milhão de passageiros durante o carnaval
Fóssil revela tartaruga pré-histórica do tamanho de um carro que viveu na Amazônia
Rio de Janeiro transforma zoológico em bioparque sem jaulas
Paratleta que superou câncer se prepara para subir monte Everest
Lamborghini Huracán de R$ 1,6 milhão atingida por enchente em SP não tinha seguro
500 anos depois e com parada no Rio, navio português refaz volta ao mundo de Fernão de Magalhães
Mais