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Brasileiros descobrem Alter do Chão, o caribe amazônico

Brasileiros descobrem Alter do Chão, o caribe amazônico

Na região Oeste do Pará, a 38 quilômetros de Santarém, está o pequeno vilarejo de Alter do Chão. A comunidade tem hoje pouco mais de seis mil habitantes e é banhada pelo rio Tapajós, que corta o estado do Pará e deságua no Rio Amazonas. Alter do Chão foi considerado um dos lugares mais belos do mundo e é conhecido como caribe amazônico, destaca Agência Brasil.

As águas transparentes e mornas do Tapajós impressionam quem chega. O rio ganha diversas cores: pode ser rosado, cor de ouro ou azul da cor do céu.

Caminhar pelas ruas calmas do vilarejo é um convite para quem quer desacelerar. Glacimara Rodrigues e seu marido, Hamilton de Oliveira, trocaram Sorriso, no Mato Grosso, por Alter. Hoje são donos de uma hamburgueria artesanal. Antes os dois trabalhavam em outro ramo. “Eu trabalhava em uma multinacional”, conta Glacimara. “Eu era técnico agrícola. A gente trabalhava com soja”, conta Hamilton. Quando decidiram largar tudo para viver de perto os encantos da Amazônia, os amigos do casal chegaram a pensar que os dois estavam loucos. “Muitos amigos da gente, até próprio parente, falavam assim: vocês são loucos! Porque muita gente acha que isso aqui é o fim do mundo, né. O povo fala Pará, Amazônia, acha que a gente tá no fim do mundo, né, só que quando chega aqui, vê essa natureza, que vê isso daqui, a pessoa fica: Nossa!”, diz Hamilton.

Glacimara conta que se apaixonou pelas amizades que fez no lugar. “Eu gosto de falar bom dia pra todo mundo, eu gosto de falar boa tarde para todo mundo, eu gosto de cumprimentar todo mundo, eu gosto de conhecer todo mundo. E em lugar grande você não faz isso. Você não consegue ter essa socialização com a comunidade. A vantagem de lugar pequeno é essa.” Glacimara conta que se apaixonou pelas amizades que fez no lugar. “Eu gosto de falar bom dia pra todo mundo, eu gosto de falar boa tarde para todo mundo, eu gosto de cumprimentar todo mundo, eu gosto de conhecer todo mundo. E em lugar grande você não faz isso. Você não consegue ter essa socialização com a comunidade. A vantagem de lugar pequeno é essa.”, conta. Hoje os dois afirmam que não trocam Alter do Chão por nada. E que visitar Sorriso, no Mato Grosso, só se for à passeio.

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