China amplia currículo universitário com 29 novos cursos de IA e tecnologias emergentes
Atualização abrange setores como inteligência artificial, economia de baixa altitude e tecnologias de ponta
O Ministério da Educação da China oficializou uma atualização no catálogo de programas de graduação, acrescentando 29 novos cursos em setores emergentes, como inteligência artificial e economia de baixa altitude. Essas novas formações serão incluídas no gaokao, o Exame Nacional chinês de acesso às instituições de ensino superior. A informação foi divulgada pelo órgão nacional, citado pelo Global Times, parceiro da rede TV BRICS.
Os novos cursos foram desenvolvidos para atender às demandas do mercado e às necessidades de desenvolvimento tecnológico do país. Para apoiar as estratégias nacionais, foram criadas especializações como estudos regionais e de países, ciência e engenharia da neutralidade de carbono, ciência e tecnologia marinha, além de segurança médica e de saúde.
No campo das tecnologias de ponta, programas como engenharia molecular inteligente, engenharia de dispositivos e equipamentos médicos e engenharia de informação espaço-temporal também foram incorporados ao catálogo.
Além disso, cursos focados na aplicação da inteligência artificial ao desenvolvimento econômico e social foram adicionados, incluindo educação em IA, engenharia audiovisual inteligente e drama digital.
Para acompanhar o rápido crescimento da economia de baixa altitude, seis universidades, incluindo a Universidade Beihang, em Pequim, receberam autorização para criar programas de tecnologia e engenharia voltados a esse setor, sem a necessidade de seguir os procedimentos tradicionais de solicitação centralizada.
Com a atualização, o catálogo passa a contar com 93 categorias disciplinares e 845 cursos universitários. Atualmente, existem 62.800 pontos de oferta de programas de graduação distribuídos entre instituições de ensino superior em todo o país, conforme informado na nota oficial do ministério.
Fotografia: iStock
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