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China busca parceria militar com europeus

China busca parceria militar com europeus

Até o dia 31 de março, o Ministro da Defesa da China, Wei Fenghe, está em visitas oficiais a Hungria, Sérvia, Grécia e Macedônica do Norte. O objetivo declarado é estreitar laços militares com esses países.

A aproximação política contrasta com a disputa marítima que a China trava com outras potências europeias no Pacífico. Reino Unido, França e Alemanha, além dos Estados Unidos, já enviaram embarcações para a área do Mar do Sul da China.

Dos países visitados pelo ministro chinês, apenas a Sérvia não faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte, a OTAN. A Macedônia do Norte ingressou no grupo em 2020.

De acordo com o Coronel Ren Guoqiang, porta-voz do Ministério da Defesa da China, o objetivo é ter relações “pragmáticas” e “amigáveis”. Entre as pautas das conversas estariam temas como desarmamento, não proliferação nuclear e tecnologias militares avançadas, como drones, inteligência artificial e guerra cibernética.

O General Wei Fenghe está à frente do Ministério da Defesa da China desde 2017. Antes, havia sido comandante da força de foguetes estratégicos do Exército, já acumulando 51 anos de carreira militar. Aos 66 anos, também é membro do Partido Comunista chinês desde 1972 e atualmente faz parte do Conselho de Estado do premier Li Keqiang.

Em entrevista ao jornal chinês Global Times, o diretor do Departamento de Estudos Europeus do Instituto Chinês de Estudos Internacionais, Cui Hongjian, disse que a China pode responder às interferências de países da OTAN na região do Pacífico por meio do seu aumento de influência na Europa. “Se eles podem vir para o Mar do Sul da China, nós também podemos ir ao Mediterrâneo”, afirmou.

A TV BRICS informa com referência a ASAS.

Fotografia: edrotacultural.com

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