A atividade foi impulsionada pelo setor de serviços básicos
O produto interno bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,9% em 2022 em comparação com o ano anterior, disse o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A atividade foi impulsionada pelo setor de serviços básicos, que registrou um bom desempenho principalmente no primeiro semestre do ano, segundo informa Prensa Latina, o parceiro da rede TV BRICS.
"Destes 2,9%, os serviços responderam por 2,4 pontos percentuais. Além de ter o maior peso, este setor também cresceu mais, indicando sua alta contribuição para a economia no ano passado", disse Rebeca Palis, coordenadora de contas nacionais do IBGE.
Os incentivos fiscais concedidos à economia impulsionaram os números junto com o chamado efeito de abertura, onde a reabertura de bares, restaurantes, salões de beleza, retomada do turismo e outras atividades causaram um aumento significativo no consumo.
Entretanto, no segundo semestre, ambos os fenômenos perderam força e houve uma desaceleração gradual no crescimento da maior economia da América Latina. O resultado foi uma queda de 0,2% no quarto trimestre do ano, quebrando uma série de cinco períodos positivos.
No entanto, em comparação com o quarto trimestre de 2021, a atividade aumentou 1,9% no ano civil anterior.
O PIB do Brasil cresceu 5% em 2021, também graças à recuperação da economia dos efeitos da pandemia da COVID-19.
O Fundo Monetário Internacional prevê um crescimento do PIB de 1,2% para o Brasil e 1,8% para a América Latina.
O indicador mais importante do sistema de contas nacionais o produto interno bruto, que caracteriza a produção final das unidades econômicas residentes, que medida pelo valor dos bens e serviços, produzidos por essas unidades para uso final.
O PIB pode ser estimado por três métodos correspondentes aos diferentes estágios da reprodução produção, renda e PIB baseado na renda.
Fotografia: Prensa Latina