O comércio eletrônico é uma parte fundamental da experiência global de compras, abrindo enormes oportunidades para vendedores e consumidores em todo o mundo
O comércio eletrônico na África do Sul está experimentando um rápido crescimento graças à revolução digital e ao aumento das compras on-line, de acordo com o Pretoria News, parceiro da rede TV BRICS.
Mais de 70% dos sul-africanos fazem compras on-line e os transações na internet atingiram 59 bilhões de rands (R$ 17,8 bilhões) em 2022. Grande parte desse mercado é detida por gigantes globais do comércio eletrônico, que representam uma séria concorrência para os varejistas locais.
O sistema de comércio eletrônico sul-africano também oferece muitas oportunidades para pequenas e médias empresas (PMEs). O setor de comércio eletrônico cria novos empregos e expande as oportunidades para empresas privadas, permitindo que elas concorram com grandes corporações e expandam sua base de clientes.
Devido à sua acessibilidade e à falta de necessidade de grandes investimentos, o comércio eletrônico está se tornando uma opção atraente para as empresas iniciantes. Esse tipo de mercado permite que as PMEs reduzam os custos operacionais e automatizem os processos, o que aumenta sua eficiência e possibilita uma alocação mais inteligente dos recursos.
O comércio eletrônico na África do Sul também fornece às PMEs acesso ao mercado global, dando-lhes a possibilidade de exportar mercadorias e expandir suas chances no mercado mundial. Isso abre novas perspectivas para o crescimento das pequenas empresas e a diversificação da renda.
Dudley Filippa, Presidente da Sociedade Internacional de Comércio Eletrônico da África do Sul, enfatiza que a entrada da África do Sul no BRICS foi um evento importante na história do país, fortalecendo a posição política, social e econômica do Estado sul-africano no mundo.
Ele também observa que a adesão ao BRICS deu à África do Sul uma oportunidade única de acessar novos mercados emergentes com potencial de crescimento, diversificação econômica e sinergias em vários setores da economia sul-africana.
"Os acordos comerciais com os países do BRICS, incluindo a China, proporcionam tarifas significativamente reduzidas ou zeradas sobre vários produtos entre os países membros. Esses convênios, especialmente com a China, ajudam as famílias de baixa renda a comprar roupas e produtos de necessidade básica", disse.
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