Mostra no Tartaristão conecta jovens estudantes ao cinema documental do BRICS+
A Universidade Federal de Kazan (KFU), em parceria com a rede internacional de mídia TV BRICS, deu início a uma nova série de mostras de cinema conjuntas. Dentro do projeto universitário "Tem Cinema", o público poderá assistir, entre novembro e dezembro de 2025, a documentários provenientes da Argentina, Rússia e Irã. A programação segue em 2026, com filmes de Cuba, Nigéria, Brasil e Índia, ampliando ainda mais a diversidade cultural apresentada ao longo da iniciativa.
"A inclusão dos filmes parceiros da TV BRICS no projeto 'Tem Cinema' da KFU representa um novo avanço nessa colaboração. Esse projeto ajuda a cultivar nos estudantes o hábito de assistir a filmes científico-populares de qualidade, debatê-los e exercitar o pensamento crítico. Os documentários da TV BRICS e o conteúdo dos parceiros da rede tornam o trabalho do nosso cineclube ainda mais enriquecido, oferecendo aos participantes um produto educativo, contemporâneo e multifacetado", afirmou Elena Elchina, diretora do Departamento de Política de Informação da KFU, em um comentário exclusivo à TV BRICS.
As exibições começaram em 13 de novembro. A programação deste ano inclui filmes de parceiros da rede: "Trombonistas" (Argentina), "Meu Irmão Joaquim" (Argentina), "Açafrão: Uma Nova Indústria" (Irã), além de produções exclusivas da TV BRICS, como "Partitura: Música Jovem da Rússia", "Ouro" e "Vale Mais Que Ouro".
Para 2026, estão previstas as exibições dos filmes "Festival do Caribe: Festa do Fogo" (Cuba), "Descobrindo Ofala: Umudioka 2023" (Nigéria), "Mergulho" (Brasil), "Therukoothu" (Índia), além das produções russas "Prata de Magadan", "Costa de Ouro do Ártico" e "Anomalia dos Urais".
O diretor do filme nigeriano "Descobrindo Ofala", Tochukwu Nwaiwu, compartilhou com a TV BRICS a ideia central por trás de sua obra.
"O filme 'Descobrindo Ofala' é para todos que vivem fora do Sudeste da Nigéria e desejam conhecer de verdade o ritmo de vida do povo igbo. E para nós, o povo igbo, ele é mais do que apenas um filme, é o nosso reflexo, um convite para redescobrir nossa própria beleza. É uma jornada calorosa e humana rumo ao nosso patrimônio, orgulho e identidade", destacou.
O diretor também ressaltou que, sob a condução de Nancy Ekwueme, que visitou a cidade de Umudioka pela primeira vez, o espectador se conecta profundamente com as tradições sagradas do povo igbo: a cerimônia de nomeação de chefes, as procissões reais e outros rituais da comunidade.
As sessões serão realizadas na própria universidade, e as gravações das exibições serão transmitidas posteriormente no canal científico-popular da KFU, a UNIVER TV.
O projeto é realizado no âmbito do acordo de parceria entre a Universidade Federal de Kazan e a TV BRICS. A cooperação inclui intercâmbio de conteúdo e ações conjuntas para promover educação, ciência e cultura nos países do espaço BRICS+.
Fotografia: Chinnapong / iStock
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