Brasil estabelece regulamentação de eficiência energética para iluminação LED
Norma incentiva economia de energia e reforça compromisso com sustentabilidade
O Brasil aprovou a primeira regulamentação nacional que estabelece padrões mínimos de eficiência energética para lâmpadas e luminárias com tecnologia LED. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a medida representa um avanço na modernização do setor de iluminação e incentiva o uso mais racional da eletricidade.
De acordo com estimativas oficiais, a nova norma poderá gerar uma economia acumulada entre 283 e 432 terawatts-hora até 2040. Esse volume de energia seria suficiente para abastecer cerca de 14 milhões de residências no período, além de reduzir a pressão sobre o sistema elétrico nacional.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a iniciativa reforça o compromisso do país com a eficiência energética, a inovação e o desenvolvimento sustentável.
"Ao estabelecer padrões mínimos de desempenho para produtos LED, a regulamentação da eficiência energética fortalece a transição energética brasileira ao promover um mercado mais moderno, competitivo e alinhado às melhores práticas internacionais, estimulando a inovação, reduzindo os custos de energia para as famílias, aumentando a eficiência no uso dos recursos energéticos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país", ressaltou.
A regulamentação prevê um período de transição para a adequação do mercado. Durante esse prazo, produtos que ainda não atendem aos novos requisitos poderão continuar sendo comercializados, permitindo que fabricantes e comerciantes adaptem gradualmente seus estoques às exigências estabelecidas.
Reconhecida pelo baixo consumo de eletricidade e pela longa vida útil, a tecnologia LED já oferece vantagens em relação aos sistemas convencionais de iluminação. Com a adoção de critérios mínimos de desempenho, o governo pretende ampliar a oferta de equipamentos mais eficientes, estimular o desenvolvimento tecnológico e contribuir para a redução das emissões de carbono, reforçando a segurança energética do país diante do crescimento da demanda por eletricidade.
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