Акционерное общество "ТВ БРИКС"
tvbrics@tvbrics.com
Рубцов переулок, д.13, Москва, 105082, RU
+74996425304
Taxa de câmbio:
RUB/BRL 0,072
0,0000
INR/BRL 0,0541
0,0000
ZAR/BRL 0,3129
0,0000
CNY/BRL 0,7635
0,0000
EGP/BRL 0,0996
0,0000
IRR/BRL 0
0,0000
AED/BRL 1,4094
0,0000
SAR/BRL 1,3803
0,0000
ETB/BRL 0,0326
0,0000
USD/BRL 5,176
0,0000
IDR/BRL 0,0003
0,0000

INTERNATIONAL

MEDIA

NETWORK

Menu
En vivo «BRICStrevista»
RUB/BRL
0,072
0,0000
INR/BRL
0,0541
0,0000
ZAR/BRL
0,3129
0,0000
CNY/BRL
0,7635
0,0000
EGP/BRL
0,0996
0,0000
IRR/BRL
0
0,0000
AED/BRL
1,4094
0,0000
SAR/BRL
1,3803
0,0000
ETB/BRL
0,0326
0,0000
USD/BRL
5,176
0,0000
IDR/BRL
0,0003
0,0000
TV BRICS Apps
Principal
Notícias
Vídeos
Menu
13:20 «BRICStrevista»
13:20 «BRICStrevista»
Agora 16+
13:20

«BRICStrevista»

No programa está indicado o horário de Moscou. Por favor, leve em consideração a diferença de fuso horário.
13:50 «Jogando limpo!»
Depois
13:50

«Jogando limpo!»

16+
14:15

«Reunião da Mídia Global»

16+
14:30

«Cidade das histórias»

16+
15.06.2610:00 Sociedade
TV BRICS convida especialistas internacionais para celebrar 20 anos do BRICS
10.06.2612:00 Sociedade
Público dos países do BRICS+ poderá assistir a programas sobre Urais do Sul
08.06.2616:00 Cultura
"Temporadas Russas" voltam à Tailândia em junho com programa "Da Rússia com Amor"
TV BRICS
Nigéria
15.06.26 12:00
Personalidades

CEO da Agência de Notícias da Nigéria, Ali Muhammad Ali: "IA vai se tornar um dos principais fatores na formação do futuro da mídia"

Em entrevista exclusiva à TV BRICS, o diretor-geral da NAN fala sobre crescimento da mídia digital, IA e cooperação internacional

Foto: News Agency of Nigeria / TV BRICS

A rede internacional de mídia TV BRICS apresenta a "Reunião da mídia global", um projeto especial em comemoração ao 20º aniversário do BRICS. A iniciativa conta com comentários de importantes especialistas dos principais meios de comunicação dos países do BRICS+ e parceiros da rede de mídia sobre questões relacionadas à formação de uma agenda mundial conjunta, à construção de um sistema multipolar de comunicações globais de mídia, às tendências atuais e aos principais acontecimentos dos últimos 20 anos para o avanço do discurso da mídia, bem como previsões sobre a evolução do espaço midiático.

Como o surgimento das tecnologias digitais e do jornalismo cidadão influenciou a estrutura do cenário midiático africano? Qual evento mudou a percepção do continente na mídia global? Por que a comunidade jornalística deve ser cautelosa ao usar tecnologias de inteligência artificial? Essas e outras questões foram respondidas pelo diretor-geral da Agência de Notícias da Nigéria (NAN), Ali Muhammad Ali.

— Qual acontecimento dos últimos 20 anos você consideraria o mais significativo para o desenvolvimento do discurso midiático e a formação de um sistema multipolar de comunicação global?

— Não houve um único evento mais significativo nos últimos 20 anos. O que ocorreu, na verdade, foi uma série de desenvolvimentos que deram origem a um cenário midiático global multipolar.

Da perspectiva africana, a transformação mais profunda foi o surgimento da mídia digital e do jornalismo cidadão. O crescimento das redes sociais e das plataformas digitais deu voz a quem antes não era ouvido. Na África, o jornalismo cidadão foi amplamente potencializado pela expansão digital, reformulando o debate público e contribuindo para um ambiente midiático mais pluralizado.

— Qual foi o evento mais marcante dos últimos 20 anos que impulsionou a busca por soluções não convencionais e permitiu estabelecer a comunicação entre os meios de comunicação e elaborar uma agenda global comum?

— A resposta depende da região e do contexto. Na África, grandes eventos esportivos mundiais uniram a mídia e atraíram a atenção internacional.

Um exemplo claro é a Copa do Mundo de Futebol de 2010, realizada na África do Sul. O evento trouxe a atenção da mídia global para o continente e demonstrou a capacidade da África de sediar uma competição dessa magnitude. Fomentou um sentimento de unidade e otimismo, ao mesmo tempo em que redirecionou o olhar da mídia internacional para a África de forma positiva.

— Como mudou a imagem do jornalismo internacional nos últimos 20 anos? Quais foram as principais tendências e eventos que influenciaram a transformação e o desenvolvimento do discurso midiático e do espaço de informação global como um todo?

— Ao longo das últimas duas décadas, o jornalismo internacional tornou-se mais diverso e mais digitalizado. A expansão das plataformas digitais ampliou a participação e abriu o espaço midiático a um leque maior de vozes e perspectivas.

Na África, o cenário midiático está em crescimento, especialmente no âmbito digital. Muitos países africanos já operam meios de comunicação estatais com alcance internacional. Embora os recursos ainda possam ser limitados, a infraestrutura permite cada vez mais o engajamento com públicos globais.

As parcerias entre organizações de mídia também ganharam maior relevância. A cooperação entre a TV BRICS e veículos africanos como a Agência de Notícias da Nigéria reflete uma tendência mais ampla de colaboração internacional.

— Qual é a sua previsão em relação ao desenvolvimento das comunicações de mídia e à evolução futura do panorama midiático em termos de abordagens, tecnologias, significados e narrativas?

— Acho que os meios de comunicação, especialmente a mídia digital e as redes sociais, desempenharão um papel muito importante. Elas já contribuíram para uma espécie de renascimento e reativação da mídia.

A inteligência artificial vai se tornar um dos fatores mais significativos na formação do futuro da mídia. A IA já está integrada às operações dos meios de comunicação e sua influência continuará crescendo.

Ao mesmo tempo, haverá maior atenção às plataformas digitais, crescimento contínuo da mídia africana e aumento na produção de conteúdo localizado com alcance global. Meios de comunicação da Nigéria, por exemplo, já podem distribuir conteúdo internacionalmente por meio de parcerias como a firmada com a TV BRICS. No geral, podemos esperar mais conteúdo gerado por IA, integração digital mais robusta e expansão contínua do cenário midiático africano.

— Que aspectos fundamentais devem constar na agenda global coletiva em termos de desenvolvimento do discurso midiático?

— Uma agenda global comum deve incluir questões que afetam a humanidade como um todo. A mudança climática é um exemplo evidente, pois representa uma ameaça real e urgente.

Outros elementos fundamentais incluem o comércio global, o desenvolvimento sustentável e o acesso equitativo à informação. A agenda deve também contemplar os direitos humanos, a paz global, o acesso à tecnologia e relações comerciais justas. Esses temas devem formar o núcleo de um discurso midiático global verdadeiramente compartilhado.

— Que temas relacionados à agenda interna do seu país, à política externa, às iniciativas civis e, possivelmente, a eventos concretos futuros deveriam atrair mais atenção dos meios de comunicação estrangeiros, a fim de demonstrar plenamente as capacidades do seu país? E o seu papel no cenário mundial?

— A riqueza cultural, a hospitalidade, o potencial agrícola e as indústrias criativas da Nigéria merecem maior atenção. O governo criou o Ministério da Indústria Criativa para apoiar esse setor.

A indústria cinematográfica nigeriana, Nollywood, é uma das mais produtivas do mundo e ocupa o segundo lugar em volume de produção, atrás apenas de Bollywood. O país também possui uma cultura empreendedora consolidada. Nigerianos com habilidades especializadas atuam em diferentes partes do mundo, incluindo áreas profissionais e técnicas.

A Nigéria conta com um capital humano expressivo, que inclui profissionais da saúde e engenheiros. A mídia estrangeira deveria destacar essa capacidade, assim como a resiliência econômica do país e seus esforços de reforma. O foco não deve recair apenas sobre os desafios, mas também sobre o progresso, as oportunidades e o desenvolvimento.

— Quais são os estereótipos sobre a cultura, a ciência e a educação do seu país que existem atualmente no imaginário coletivo? E como os jornalistas de outros países podem ajudar a dissipá-los?

— A Nigéria frequentemente é associada a doenças, pobreza e insegurança. Embora desafios existam, essa percepção é incompleta. Por vários anos consecutivos, a Nigéria teve a maior economia da África e ainda figura entre as três maiores do continente, ao lado da África do Sul e do Egito.

A Nigéria também é um grande produtor de petróleo e possui forte potencial agrícola. O setor de tecnologia do país está em rápido desenvolvimento, especialmente em fintech e sistemas de pagamento digital. Além disso, o país abriga a maior refinaria de trem único do mundo, com capacidade para processar várias centenas de milhares de barris por dia. Esses avanços têm grande relevância para investidores internacionais e para o setor energético global.

Os jornalistas podem contribuir apresentando um retrato equilibrado e atualizado, que destaque as reformas, os avanços tecnológicos e o dinamismo empreendedor ao lado dos desafios existentes.

— O que é o jornalismo de verdade para você, e há algum meio de comunicação ou personalidade de autoridade inquestionável que poderia citar?

— A cooperação internacional é essencial. Parcerias como a firmada entre a TV BRICS e a Agência de Notícias da Nigéria demonstram como a colaboração pode ajudar a corrigir equívocos e ampliar perspectivas.

Há também espaço para uma cooperação mais aprofundada por meio de intercâmbios de jornalistas, programas conjuntos de formação e iniciativas de capacitação. Na era digital, a colaboração é fundamental para o compartilhamento de boas práticas, padrões profissionais e expertise tecnológica, incluindo o uso responsável da IA.

Um maior engajamento internacional fortalece o entendimento mútuo e eleva a qualidade do discurso midiático global.

— O que é o jornalismo verdadeiro, e há algum meio de comunicação ou personalidade de autoridade inquestionável que você possa citar?

— Identificar um único nome é difícil, pois a credibilidade é moldada pelo contexto e pela perspectiva.

Para mim, o verdadeiro jornalismo é a busca pela verdade e pela justiça. Significa dar voz aos que não têm voz e dar atenção a questões pouco noticiadas.

O jornalismo também deve destacar os avanços positivos que frequentemente passam despercebidos. Na África, por exemplo, as fortes tradições comunitárias, os sistemas de tutoria e a solidariedade social são traços sociais importantes que merecem maior cobertura.

Em última análise, o jornalismo se define pelo compromisso com a verdade, a imparcialidade e a responsabilidade pública.

Curto
e direto ao ponto
Uma vez por semana, cobriremos as notícias dos países do BRICS
Ao clicar em "Inscrever-se", você autoriza o processamento de dados pessoais

MAIS SOBRE O TEMA

05.06.2622:20 Personalidades
Vladimir Putin: desde criação do BRICS, países do grupo ampliaram significativamente exportações de alta tecnologia
05.06.2618:30 Personalidades
Vice-presidente do CICRAL, Lucas Adrián García, quer estimular cooperação entre Rússia e América Latina em economia, educação e sustentabilidade
05.06.2617:30 Personalidades
Eduardo Pedrosa, diretor executivo do Secretariado da APEC: cooperação digital e IA podem fortalecer integração econômica global e crescimento das empresas
05.06.2616:00 Personalidades
Presidente da Câmara Africana de Energia, NJ Ayuk: cooperação energética entre Rússia e África avança em energia nuclear, gás e renováveis
05.06.2613:25 Personalidades
Presidente da Rússia comenta nível sem precedentes de cooperação com China
04.06.2619:00 Personalidades
Membra do Comitê da Agência Nacional de Pesquisa e Inovação da Indonésia, Tri Mumpuni: BRICS pode impulsionar desenvolvimento via compartilhamento de tecnologias
1 de
10.06.2619:00 Sociedade
Disponibilidade de vacinas e desenvolvimento do setor farmacêutico no Sul Global
09.06.2616:30 Economia
Conhecimento como matéria-prima: por que educação e ciência se tornam a base da economia do futuro
01.06.2620:00 Economia
Justiça global na medicina: cooperação dos países do BRICS na produção de tecnologias médicas
Curto
e direto ao ponto
Uma vez por semana, cobriremos as notícias dos países do BRICS
Ao clicar em "Inscrever-se", você autoriza o processamento de dados pessoais