Província de Xarquia apresentou o melhor resultado para o cultivo das oleaginosas
Pesquisadores egípcios publicaram um estudo que destaca o cultivo de oleaginosas não tradicionais, como chia, amaranto e quinoa, como uma estratégia sustentável para fortalecer a autossuficiência em óleos comestíveis e garantir a segurança alimentar nacional. A informação foi compartilhada pelo Daily News Egypt, parceiro da rede TV BRICS.
O estudo defende a integração estratégica dessas culturas de oleaginosas adaptáveis ao cenário agrícola do Egito, como parte de uma solução a longo prazo.
Testes de campo foram realizados em quatro províncias — Xarquia, Gizé, Minia e Assuã — cada uma representando diferentes tipos de solo e condições climáticas. Os resultados indicaram que Xarquia ofereceu o ambiente mais favorável para o desenvolvimento das plantas e o aumento da produtividade das sementes nas três culturas.
A chia, em particular, registrou um aumento de 7,62% na altura das plantas e um aumento de 8,57% no rendimento das sementes em Xarquia, em comparação com outras regiões. O amaranto e a quinoa também apresentaram melhorias nos rendimentos de 8,57% e 5,19%, respectivamente.
De acordo com a pesquisa, esses resultados fornecem uma base sólida para a maior integração da chia, do amaranto e da quinoa no quadro da política agrícola do Egito. Isso se deve, em parte, ao bom desempenho agronômico e aos benefícios nutricionais dessas culturas, que também estão alinhadas aos objetivos do país em termos de sustentabilidade, resiliência climática e soberania alimentar.
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