Para assegurar a estabilidade do suprimento de eletricidade nas próximas décadas, o Plano Nacional de Energia do Brasil prevê a expansão da geração nuclear em 8 a 10 gigawatts até 2050. Como parte dessa estratégia de segurança energética, o país mantém conversas com a Rússia para a aquisição de usinas nucleares flutuantes, uma das soluções consideradas para atingir o objetivo.
Que efeito essa cooperação poderia ter sobre a transformação do setor energético brasileiro? Quais oportunidades para projetos de energia renovável se abrem por meio da cooperação do país com os parceiros do BRICS?
Laís Nascimento Cardoso Cruz, professora de Finanças Internacionais e Mercados de Câmbio na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, respondeu a estas e outras perguntas nesta BRICStrevista.
Repórter da TV BRICS: Leonid Samuna