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O que esperar da Copa do Mundo Masculina de vôlei?

O que esperar da Copa do Mundo Masculina de vôlei?

A Seleção Brasileira masculina de vôlei inicia sua caminhada na Copa do Mundo nesta terça-feira, no Japão. A estreia acontece diante do Canadá, e depois o time comandado por Renan enfrenta Austrália, Egito, Rússia e Irã nesta primeira fase. A competição será de 1º a 15 de outubro, com 11 jogos em 15 dias.

"A Copa do Mundo é uma competição extremamente importante no calendário internacional e seguramente uma das mais difíceis de se jogar. São 12 grandes seleções, todas muito fortes, e sempre em um ano que antecede a principal competição que temos, que são os Jogos Olímpicos", avaliou o treinador Renan dal Zotto.

O Brasil já venceu a Copa do Mundo duas vezes – em 2003 e 2007. Neste ano o time chega como um dos favoritos para levar a taça. Só que o cenário atual do vôlei masculino sugere uma disputa equilibrada. Em teoria, Rússia, Estados Unidos, Itália e Polônia figuram junto aos brasileiros na galeria dos mais cotados para o título. Mas não se pode desprezar a força do Irã. Canadá e Argentina correm por fora e devem no máximo brigar por um lugar no pódio, analisa Agência Brasil.

Para o Brasil, a Copa do Mundo pode ser a oportunidade para voltar a subir no lugar mais alto do pódio em uma competição importante no cenário internacional. Desde a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016, a seleção masculina não venceu nenhum torneio relevante – com exceção de dois Sul-Americanos, que não valem muita coisa. O jejum coincide com o tempo que o técnico Renan dal Zotto está à frente do time. A seleção bateu na trave no Campeonato Mundial de 2018, quando ficou com a prata, e não subiu ao pódio nas duas últimas edições da Liga das Nações.

Com a ausência de Wallace, o oposto Alan terá a oportunidade de mostrar (mais) serviço e garantir desde já a vaga no time que jogará a Olimpíada de 2020. Flávio, Isac, Lucão e Maurício Souza travam uma briga interessante na posição de central. Mais uma vez haverá revezamento na posição de líbero com Thales (recepção) e Maique (defesa). Seria interessante ver Renan dando a oportunidade para que os dois atuem durante uma partida inteira, e não no esquema de revezamento. A não ser que o treinador tenha batido o martelo com antecedência e decidido levar os dois líberos para os Jogos Olímpicos. Não seria algo inédito, mas é improvável, já que isso significaria abrir mão de um atacante no elenco olímpico.

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